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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Maitê Proença, o humor do cuspo na fonte




Quanto mais leio, mais me convenço de que a mulher é mesmo muito limitada, intelectualmente. Insiste que estava a fazer humor e que os portugueses não têm sentido de humor! Insiste em chamar-nos chatos e pouco inteligentes:

«Que chato o pessoal que não sabe lidar bem com o humor!», escreveu no Twitter.

« [...] não estava 'cuspindo em Portugal' como sugeriu um infeliz sem qualquer sentido de humor, estava imitando a fonte ao lado que vertia água pela boca, numa evidente brincadeira de criança.», escreveu a palerma, no seu site.

Ela estava em Portugal e estava a cuspir; se isso não é cuspir em Portugal...

Mais grave: estava a cuspir para dentro de uma fonte pública. Há brincadeiras de crianças que não se têm depois de adulto - ou ainda brinca aos médicos e enfermeiras?!?!

Se o intelecto desta senhora me merecesse algum crédito, eu exigiria um pedido de desculpas pelo tom arrogante e insultuoso em que fez o seu pedido de desculpas. Mas não me restam dúvidas, esta senhora, se cair, não cai de cabeça para baixo, porque a dela é mais «tipo balão».

Agora o que me preocupa mesmo é Miguel Sousa Tavares. Não, nunca fui apreciadora dos discursos do senhor mas também nunca pensei que ele tivesse o cérebro tão descaído. Não é que, alegadamente, o cavalheiro afirmou: "Isto é uma reacção provinciana e saloia dos portugueses. Somos um povo sem capacidade de humor e autocrítica. Há algum português que vá ao Brasil e não goze?". Ele que fale por ele. EU nunca cuspi em nenhuma fonte nem no Brasil nem em Portugal nem em nenhum outro sítio - e não entendo que isso seja humor e dê gozo. Diria que é porcaria, não fora o meu apreço pelos porcos; assim, terei de dizer que é maitêria ou migueltavaria!

a provecta ignorância de Maitê Proença


A ignorância vestida de beleza de Maitê Proença já é antiga. Claro que, com o tempo, Maitê só podia aperfeiçoar-se, ficando cada vez mais bela e mais cretina.
Para ter uma ideia, leia o que ela escreveu... no tempo em que Albufeira era uma capital! Não acredita?
Pois ela escreveu assim:
"Virei macrobiótica em Portugal. Conheci um brasileiro e uma holandesa casados, que viviam numa aldeia da região do Algarve. Ali, todas as mulheres se vestiam de preto e toda a gente vivia a base de trocas, comendo o que era produzido dentro da comunidade. Trocava-se amêndoas por repolho, tomates por ovos. Na época, há mais de vinte anos, perto da capital, Albufeira, ainda havia lugares assim recolhidos. Emprestaram-me uma casinha vazia que tinha a porta trancada - a janela era aberta e por ela eu entrava. A holandesa contou-me que havia se curado de uma cegueira com a alimentação macrô. Encantei-me. Por um mês mergulhei naquela forma de vida e até hoje carrego resquícios dessa temporada." [sublinhado nosso]
Confirme, clique aqui e depois em «Portugal»

cuidado com as cuspideiras!







dedicado a Maitê Proença (danada para a brincadeira!)

Não fique triste, Maitê, não se pode ter tudo e muito menos se pode SER tudo (bonita, civilizada e inteligente é mais para a mulher portuguesa). Olhe, se não sabe ler, veja os bonecos:



















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